Hospital Macrorregional Tomás Martins desenvolve prática de humanização para crianças atendidas em mutirão de cirurgias pediátricas | Instituto Acqua

Hospital Macrorregional Tomás Martins desenvolve prática de humanização para crianças atendidas em mutirão de cirurgias pediátricas

31 de Janeiro de 2018

Equipe de profissionais realizou atividades lúdicas para os pequenos pacientes que aguardavam procedimento cirúrgico na unidade

A equipe de profissionais do Hospital Macrorregional Tomás Martins, em Santa Inês (MA), desenvolveu uma prática de humanização para reduzir a ansiedade e o medo de crianças que aguardavam por procedimento cirúrgico na unidade. A iniciativa aconteceu durante mutirão de cirurgias pediátricas realizado na segunda quinzena de janeiro e terá continuidade ao longo do ano.

“Como cerca de 60 crianças aguardavam atendimento, sentimos a necessidade de distraí-las, já que a espera causa ansiedade e inquietação nos pequeninos. Começamos a fazer brincadeiras, o técnico de farmácia tocou violão e utilizamos a brinquedoteca para estimular a comunicação, imaginação e criatividade”, explicou a supervisora multiprofissional da unidade, Anna Géssica Sousa.

Com o apoio e incentivo do Instituto Acqua, responsável pelo gerenciamento do hospital em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, a equipe formada por psicólogos, assistente social e supervisoras multiprofissional e clínica elaborou diversas atividades na pediatria.

“Entendemos que a integração entre crianças, pais e profissionais do hospital durante as brincadeiras, além do contato com a música e pintura, alivia a tensão durante as horas de espera. Promovemos um ambiente de acolhimento, afetuoso e empático”, ressaltou Anna Géssica.

A boa prática também chegou aos leitos das crianças internadas. Conforme o estado de saúde de cada paciente, a criança é levada para a brinquedoteca para participar das atividades. O ambiente criado no local estimula sensações positivas e recordações das brincadeiras fora do hospital, promove a socialização e, consequentemente, melhora o quadro clínico com possível redução no período de internação.

Para registrar as etapas e criar um histórico desse trabalho, todos os desenhos feitos pelas crianças são guardados para formar um acervo que pode inspirar novos projetos do gênero na unidade.